Lembro ainda daquela sensação que sentia quando meu primo ia dormir lá em casa. Era uma sensação ao mesmo tempo de ansiedade e euforia, mas com certo tipo de medo - ou pelo 'perigo' do escondido, ou pela 'dorzinha' que sempre sentia. Tinha meus seis, oito anos - não me lembro - e Billy tem seis anos a mais que eu. Vagamente lembro da minha infância antes do Billy entrar intimamente em minha vida.
Não lembro também como tudo começou, apenas sei que ele sempre armava situações para ficarmos sozinhos. Quando estávamos sozinhos, fazia questão de mostrar o pau, de ficar mechendo nele perto de mim. Eu olhava espantado com o tamanho de seu dote, porque nunca tinha visto um pau duro além do meu - uma criança! Ele batia punheta e eu ainda nem sabia o que significava punheta. Não me lembro de ter visto ele gozar alguma vez, acredito que ele sempre interrompia nossas 'conversas' antes de gozar.Uma vez, de noite, quando Billy estava dormindo lá em casa - dormíamos sozinhos num quarto externo à casa - ele me pergunta se podia fazer uma coisa, mas isso seria o 'nosso segredo' para sempre, e eu não poderia contar pra ninguém, nem mesmo pra minha mãe e meu pai. Eu me sentia nas nuvens tendo um segredo com o Billy, meu primo mais velho. Na inocência de criança, eu me achava um adulto já com a confiança do Billy. Toda criança é boba mesmo, né? Eu aceitei, queria saber logo o que seria o nosso segredo. Ele disse que ia fazer uma coisa que no começo podia doer um pouquinho, mas depois eu ia me acostumar e até gostar. Dizia que eu tinha que aguentar a 'dorzinha' no começo porque eu era um homem e homem aguenta tudo.
Na ingenuidade, na infantilidade, na inocência me deixei levar. Ele pediu pra eu tirar o pijama. Ele já estava sem roupa e de pau duro. Não recordo como que ele procedeu dali por diante, apenas sei que ele pegou na minha bunda e passou alguma coisa geladinha, molhadinha. Era até uma sensação boa, refrescante. Não lembro o que me falava, mas ele tentou penetrar seu pau na minha bunda. Primeiro só ficou esfregando. Apenas sentia o roçar de seu pau em mim, pois estava de quatro. Quando Billy tentou avançar, querendo introduzir seu pênis em mim, foi exatamente como ele me disse: eu senti a 'dorzinha'. Ele nem chegou a penetrar a cabeça toda e eu já tava quase gritando, ele tapou minha boca e disse que eu tinha que aguentar a 'dorzinha' pra poder acostumar e não sentir mais. Dizia pra ficar quieto. Não consegui. Não queria mais essa 'dorzinha' que ele tanto gostava. Vi nitidamente que desapontei meu primo. Fiquei triste com aquilo, mas também não conseguia suportar essa 'dorzinha'. Ele me pediu então para que eu pegasse no pau dele. Já estávamos deitados e ele levou minha mão até seu mastro. Eu nunca tinha pegado num pau duro - nem no meu mesmo - e eu gostei de pegar no pau do Billy. Como eu não tinha experiência nisto, ele foi me instruindo. Eu fiquei batendo uma pra ele sem saber que tava batendo 'uma'. Ele ficou assistindo tv, enquanto o Sujeito aqui já estava com sono e com o braço cansado de ficar batendo pra ele. Acho que acabei dormino e só acordei no outro dia. Não sei se durante meu sono, ele tentou abusar mais de mim.
Eu não sabia o que era punheta, não sabia o que era sexo. O Billy também não me explicou o que era, não falava sobre isso. Eu fazia, mas não sabia que fazia. Era nosso segredo. Eu gostei de pegar no pau dele. Gostei de sentir sua mão na minha bunda e seu pau roçando nela. Apenas não gostava da dorzinha. Eu era um sujeito inocente e que ainda não sabia que era um Sujeito Gay.
{Todos os nomes são fictícios}
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